Uma história que vale a pena ser contada
Duas irmãs, Maria do Carmo e Deolinda Pereira, vindas de uma família numerosa, deram alma a este lugar. Solteiras, de pulso firme e coração generoso, cozinharam aqui tradições e afetos, tornando a sua casa num refúgio de boa comida e acolhimento.
No andar de cima, a pensão abrigava hóspedes vindos de longe, que aqui encontravam mais do que um quarto: encontravam mesa farta, calor humano e o aconchego de quem sabia receber. O restaurante, simples e familiar, respirava o ambiente de uma sala de jantar doméstica, onde a cozinha se mostrava sem segredos.
Em 1975, a casa transformou-se, abrindo novas divisões e um balcão de atendimento para todos os que procuravam saciar a fome e o coração. A cave guardava memórias - armazenava mantimentos e alimentava o fogo de lenha que aquecia a água dos banhos e os tachos das irmãs.
Nos fundos, um quintal vivo, cheio de árvores de fruto, legumes frescos, galinhas e coelhos, garantia a genuidade dos pratos servidos. Quando não estavam entre panelas, as irmãs semeavam, cuidavam dos animais ou lavavam e engomavam a roupa dos hóspedes num lavadouro no rés-do-chão.
Chamaram-lhe "Casa das Gatas" porque defendiam o seu lar com a coragem e a garra de quem não admite desrespeito - prontas a mostrar as garras, mas sempre justas e acolhedoras.
A história desta casa é feia de trabalho, coragem e hospitalidade. Hoje, honramos esse legado servindo quem chega com a mesma simplicidade, a mesma boa disposição e o sabor genuíno deste espaço à beira do nosso Rio Arunca.
Sinta-se em Casa.
Quartos luminosos, linhas simples e uma atmosfera pensada para o seu bem-estar
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